A festa
Naquela tarde de Agosto, o ar estava particularmente pesado e o silêncio apenas se rasgava pelo canto das cigarras e o estalido das cascas das árvores. Zé Alfredo, que dormia a sesta no cadeirão da sala, acordou estremunhado com o seu próprio ronco, esforçando-se para focar os ponteiros do velho relógio de pulso. Faltavam duas…










