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O Napoleão é um camaleão muito curioso. E teimoso! A mãe pediu-lhe que não saísse das árvores, porque no chão há monstros e muitos outros perigos. Mas Napoleão não lhe deu ouvidos. E agora? O que irá acontecer?
Na sua primeira obra para crianças, Filipa Fonseca Silva traz-nos uma história sobre coragem e a importância de proteger os animais em extinção.
Porto Editora, 2025

Num futuro não muito distante, um grupo de activistas pelo clima radicaliza-se e decide derrubar o sistema. Dotado de uma eficaz máquina de propaganda, que lhe garante o apoio popular, consegue chegar ao poder e impor uma sociedade totalmente verde. Mas a que preço?
Um romance distópico electrizante, que levanta questões incontornáveis, como a emergência climática e a polarização de uma sociedade à deriva.
Intenso. Comovente. Imperdível.
«São cenas sublimes, (…) “electrizantes”, que garantem que estamos perante uma verdadeira escritora.» Miguel Real, Jornal de Letras
«É um livro que nos faz pensar e nos suga para uma realidade paralela de onde não conseguimos sair até o terminarmos. » Luísa Sobral, autora e compositora
«O lado mais cruel do livro é precisamente a verosimilhança com que a autora teceu os cenários, as personagens, os rumos políticos e sociais desta questão tão urgente.» Célia Correia Loureiro, escritora
Penguin 2024

FINALISTA LIVRO DO ANO 2023
Helena é uma viúva de 79 anos que vive com o gato, independente dos filhos e netos adultos, até ao dia em que, por acidente, pega fogo à sala de estar. Obrigada a mudar-se temporariamente para casa da filha, acaba por revelar um segredo que deixa a família boquiaberta: afinal ainda tem uma vida sexual activa.
«Este livro não é só para as mulheres, independentemente da idade, mas também para os homens, que podem aprender com as pressões a que as mulheres sempre foram sujeitas» Bárbara Wong, Público
«E se eu morrer amanhã? expõe, literariamente, uma vertente do feminismo que nunca foi defendida abertamente» Miguel Real, Jornal de Letras
«Além de nos proporcionar diversão à custa dos tabus sexuais e dos estereótipos acerca das pessoas mais velhas, Filipa Fonseca Silva lança farpas certeiras a uma série de outras questões actuais.» Isabel Daires, Deus me Livro
Penguin 2023

FINALISTA LIVRO DO ANO 2022
Numa noite de Verão, um casal fica encravado a noite inteira num elevador. Sem forma de saírem, Sara e Alex são obrigados a confrontar-se com o estado da sua relação, empurrados para uma conversa que de outro modo não teriam. Sairá dali o seu amor mais forte? Ou erguer-se-á um muro impossível de derrubar?
Uma história de amor e desamor, já adaptada a filme
«Este romance contemporâneo e de leitura voraz faz-nos refletir na idade, no peso das nossas escolhas, na insatisfação que por vezes sentimos e para a qual não temos explicação, no querermos mais da vida mas, ao mesmo tempo, também não sabermos muito bem o quê.» Helena Magalhães, BookGang
Penguin 2022

Este livro é um compêndio ilustrado de factos reais pelos quais muitos trabalhadores por conta de outrem já passaram. Um formato inesperado onde Filipa Fonseca Silva nos faz o retrato hilariante do pequeno poder. Com a escrita sarcástica a que já nos habituou, agora acompanhada por ilustrações da sua autoria, Filipa expõe ao rídiculo todos os maus chefes, na esperança de que sintam algum pudor na próxima vez que tentarem ser umas bestas.
«“Odeio o Meu Chefe” podia ser um manifesto sobre a incompetência suprema, um manual sobre tudo o que um líder não deve ser ou uma espécie de cardápio das relações desequilibradas entre quem manda e quem pouco mais resta do que obedecer. » André Rito, NIT
Bertrand Editora 2018

Nas ruas de Lisboa, um táxi circula e observa as vidas que passam por si. Através dele, ficamos a conhecer a história de Manuel, o taxista que não sabe chorar, e das várias personagens que fazem parte dos seus dias. Um dia, um momento infeliz com desfecho trágico, obriga Manuel a confrontar-se consigo próprio, e as consequências serão mais transformadoras do que ele alguma vez imaginou.
«Bela história, belos personagens, belas peripécias e bela mensagem.» Antonio Pedro Vasconcelos, realizador
«Há anos, que não lia uma obra escrita com tanta verdade e fraternidade, sobre os grandes dramas do quotidiano de tanta boa ou mesmo má gente. Notável o conteúdo simples e escorreito, que nos presenteia, a todos nós leitores de todos os estratos sociais.»
Armando Rebelo, jornalista
Bertrand Editora 2017

Com humor e algum sarcasmo, «Coisas que Uma Mãe Descobre» é uma compilação de crónicas onde Filipa Fonseca Silva partilha a sua experiência na grande aventura da gravidez e maternidade.
«Um livro que mostra a maternidade mais como ela é realmente do que como nos é muitas vezes vendida. Capítulos como “As hormonas são umas cabras” ou “Sexo pós-parto é como os muffins do IKEA” fazem-nos rir perante o processo de identificação.»
Sónia Morais Santos, Cocó na Fralda
«Recomendo a leitura deste livro, para mães e não-mães e considero que devia ser de leitura obrigatória para mães extremosas-obcecadas, a ver se se tornavam menos fatalistas.»
Ana Ros, A Maçã de Eva
Bertrand Editora 2015

Quando entrou no carro naquela tarde de Inverno Vanessa não sabia que estava a embarcar numa viagem sem retorno. Uma viagem interior que poria em causa todas as suas escolhas, toda uma vida baseada nas expectativas e opiniões dos outros.
« É coerente, agradável de se ler e por aqui recomenda-se a sua leitura. Gostei muito.»
Vera Carregueira in Crónicas de uma leitora
«Este livro é precisamente isto: a busca pela felicidade, o ‘grito do Ipiranga’ para a descoberta de si próprio e do que quer fazer da sua vida. »
Samuel Tomé in Livros e Leituras
Bertrand Editora 2014

Escrito num estilo quase cinematográfico, que nos remete para o clássico “Os amigos de Alex”, este romance narrado a três vozes tem encantado leitores de todo o mundo, retratando de forma humorística e despretensiosa toda uma geração.
«Só vos garanto que este livro é um verdadeiro filme. Tudo aquilo transpira imagem e nós quase que conseguimos tratar por tu as personagens.» Mário Augusto, jornalista
«Despretensioso e objectivo, Os 30 – Nada é como Sonhámos, constrói uma história a partir de três personagens com vidas e ambições distintas para falar de todo um grupo de desencantados, fazendo o seu retrato nem indulgente nem implacável.» Maria do Rosário Pedreira, autora e editora
Oficina do Livro, 2011
(reedição Bertrand, 2018)
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